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domingo, 5 de fevereiro de 2012

QUEM AVISA, AMIGO É.


ALERTA 1

"Onde há delito é porque há informação. Informação que o marginal obtém observando o local onde vai cometer o crime, ou informações que vêm de dentro ou de fora das empresas e das casas. E o vigia é alguém que conhece os horários, a rotina, até mesmo as vulnerabilidades da segurança das empresas e das residências", aponta. Além disso, a falta de sintonia com a polícia faz com que, muitas vezes, os próprios clandestinos se tornem vítimas. "Há casos em que a polícia, sem ter a certeza de quem está cometendo o crime, acaba atirando no vigia, já que alguns andam armados".

ALERTA 2

"O cidadão pode acabar comprando gato por lebre, pois já houve casos até mesmo de um fugitivo da penitenciária ser encontrado trabalhando como vigia de rua".
EXTRAÍDO DA TRIBUNA DO NORTE

ALERTA 3

A profissão de Motovigias é legal quando eles atuam para particulares sem atingir a segurança pública, deve-se restringir somente a pequenos serviços e não fazer rondas para dar segurança ao bairro e nunca UTILIZAR DE AVISOS SONOROS  por que não existe nenhuma lei no mundo que os autorize a tal ação, que será repudiada e rechaçada com todo poder do Estado, no caso o Ministério Público através das suas promotorias.
Do Blog; CCASM

ALERTA 4

Quem exercer tal função (MOTOVIGIA) está cometendo um crime de usurpação de função pública, que é crime. Terceiro: as pessoas que eles abordam e das quais recebem dinheiro para a prestação do serviço, estão sendo ameaçadas, e muitas vezes ficam em pânico com a situação e acabam ajudando. Quarto: a partir do momento em que se contrata um guarda-noturno para fazer o serviço, seja por 10, 15, 30, 40 ou 50 reais, é estabelecida uma relação de trabalho e quando isso é feito existem direitos legais. Suponhamos que no exercício dessa função o individuo se machuque, ou acontece um assalto e ele é ferido ou morto, ou cai de moto, quem vai pagar? É o morador, a comunidade que contratou”.
Comandante do 53º BPM/ MINAS GERAIS/ MG, tenente-coronel Volney Halan Marques, 

ALERTA 5


 Suponhamos que no exercício dessa função (MOTOVIGIA) o individuo se machuque, ou acontece um assalto e ele é ferido ou morto, ou cai de moto, quem vai pagar? É o morador, a comunidade que contratou”.
Comandante do 53º BPM/ MINAS GERAIS/ MG, tenente-coronel Volney Halan Marques, 

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